Andava eu ainda nas minhas primeiras e incipientes descobertas adolescentes quando uma grande amiga minha me falou sobre esse conceito de ”amores”. Dizia ela que até admitia que pudesse existir o “amor da nossa vida”, mas que achava que a vida era na realidade feita de “amores”. E eu precisei que me passassem uns bons anos por cima para achar que ela estava cheia de razão. É de facto impressionante a capacidade que temos de nos ligar afectivamente a diferentes pessoas e nas mais diversas circunstâncias da nossa vida. Se restringirmos este conceito a uma relação a dois, verifica-se da mesma forma. Vou até um pouco mais longe: relações em que muitos de nós nos aventurámos sem achar que resultassem sequer em algo relativamente duradouro, acabaram por criar laços, mais que hábitos ou refúgios à prova de solidão. Sem dúvida um processo de aprendizagem, de preparação. Para se adquirir a tal consciência – mais do que sobre o que queremos, daquilo que somos.

Fevereiro 29, 2008 às 11:22 pm
que sabe a gente de coisas importantes, não é?
a vida dá-nos sempre a volta.
Fevereiro 29, 2008 às 11:30 pm
ou às vezes damos nós a volta à vida…:) bom Post NakedSelf
Março 1, 2008 às 8:58 pm
atenção a essas cambalhotas
Março 2, 2008 às 12:27 am
gosto quando a Naked sai assim do vídeo!
e sim, também concordo que a sua amiga estava cheia de razão. amores vividos e sentidos de diversas formas, mas sempre amores… não nos damos conta muitas vezes, mas dispomos de facto de uma enorme capacidade de amar… e parece muitas vezes que temos vergonha de utilizar a palavra amor, seja em que tempo fôr…
Março 2, 2008 às 2:00 am
e eu gosto quando a Maria “tira” a máscara!
Março 2, 2008 às 2:24 am
oops! outra vez?… ando muito descuidada!
Março 2, 2008 às 2:52 am
ahpoisé, Maria, poisé…