As minhas visitas ao Sal da Língua e a minha reacção ao comentário de Xipiti levam-me a perceber que é por demais evidente que estou cheia de vontade de me aventurar nestas coisas. Entusiasmo, assumo. Ando há uns dias valentes a pensar em pôr uma box para partilhar os temas que ando a ouvir e que me chamam a atenção. O exercício do podcast (que nunca explorei) relembra-me os meus tempos de adolescente em que gravava K7’s e mais tarde CD’s com agrupamentos de canções que tinham sempre um denominador comum. O que me dava mais gozo era pensar na sequência óptima, aquela que me levasse num crescendo de emoções entre o primeiro e o último tema.

Fevereiro 8, 2008 às 10:20 pm
bem, correndo o “disco” de não saber se falo com a Naked ou com a Frankenstina… nem imagina a quantidade de cassetes que tenho ainda, gravadas precisamente nessa lógica…

curiosamente, CD’s nem tanto… mas acho que isso foi porque entretanto saltei logo para o leitor de MP3… e por aí fora…
mas ainda ouço muitas delas, cheias daqueles ruidinhos, tal como estavam nos discos de vinyl (ainda outro dia falaram disso aqui… ou lá… não importa..)
Fevereiro 8, 2008 às 10:33 pm
Eu tenho as minhas K7’s guardadas, até capas fazia para elas
Fossem cópias de álbuns ou compilações minhas. E passei pela mesma modalidade em CD e passei inclusivamente pela modalidade de copiar vinyl para CD, foi daí que veio a história dos ruidínhos
Coisas própias de quem tinha muita disponibilidade, gosto pela música e de quem colhia tamanha satisfação de tal alheamento. Hoje falta a disponibilidade, apesar das ferramentas serem bem mais interessantes.
Fevereiro 11, 2008 às 12:16 am
…ai tanta nostalgia
Temos então de compilar esses sons que perduram nas nossas cabeças e fazer como a Xipiti sugeriu… deve sair algo interessante… let’s work on it, shall we?
Fevereiro 11, 2008 às 9:16 am
Claro! A box já ali está e vou tentar ir alimentando com os temas de que mais gosto de cada novo álbum que vou ouvindo. Quanto aos podcasts acho cada um num primeiro desafio poderia tentar sequenciar as suas 10+ na forma que acha mais apropriada para a sua audição, seria um bom começo. E pretendo prosseguir dentro da lógica que escrevi no post. ENTUSIASMO
Fevereiro 12, 2008 às 6:56 pm
O Fuzz (http://www.fuzz.com/mixtapes) é óptimo para começar a explorar alinhamentos. E tem o aliciante de mexermos realmente numa cassete. Depois há uma série de aplicações fáceis de usar e que tornam tudo ainda mais aliciante. Qualquer ajuda, basta comunicar
Força!
Fevereiro 12, 2008 às 9:44 pm
Agradeço as dicas e, acima de tudo, o incentivo. Gostava eu de ter toda aquela disponibilidade própria da adolescência…mas hei-de fazer algo, concerteza.