Agostinho da Silva

Maio 15, 2008

Foi preciso visitar a homepage de uma empresa de referência no panorama nacional para me aguçar o apetite sobre este pensador português. Frequentemente ouvi o meu pai falar sobre este também poeta, que muito aprecia e do qual há uns quantos livros lá por casa, mas confesso que só despertei ao ler este belíssimo “Nada do que penso vejo como satisfatório e como definitivo”. Identifico-me totalmente, acho que abraça de forma sucinta e absolutamente feliz aquilo que é o nosso processo de aprendizagem, o sonho, a ambição. Toda a imensa vontade que qualquer um de nós tem em superar-se a si próprio na sucessiva capacidade de adaptação que temos que fazer para correspondermos às solicitações do mundo em que vivemos. Algures no futuro quando voltar a ter disponibilidade para recuperar o hábito da leitura terei que fazer uma incursão obrigatória a Agostinho da Silva.


Insatisfação

Maio 14, 2008

[escrito às 22h15 de 12.Mai.08]

 

Há dias como o de hoje que nos fazem pôr muita coisa em causa. Aqueles dias que nos desgastam, que nos desmotivam, que culminam num quarto de hotel, com aquela sensação de solidão, reforçada por um jantar tardio sem companhia. É assim que me sinto hoje. Em que qualquer entusiasmo que possa ter com a nova função que desempenho desde o início do ano é pura e simplesmente cilindrado numa reunião onde interesses pessoais se sobrepõem ao interesse colectivo. Não me considero pessoa ingénua, este processo e uma mão-cheia de outros que tenho em mãos têm este desenlace absolutamente previsível, que já antecipei há muito, mas ao qual nunca fico indiferente quando se concretiza. Não tenho feitio para encolher os ombros e pensar um “eu bem sabia”. Porque apesar de tudo eu esforço-me sempre muito para encontrar janelas de oportunidade, por tentar contornar os obstáculos, por tentar demonstrar que vale a pena acreditar que desta vez se conjugam factores para que o desenlace seja diferente. Que eu sou persistente. Apesar de tudo hoje só consigo pensar num “ganhar menos, viver melhor”, em achar que haverá concerteza projectos/empresas por aí onde certamente eu estaria de longe mais bem enquadrada, onde seria mais fácil identificar-me e, por isso, ser uma pessoa mais motivada ou que se fizesse igual esforço num projecto meu teria decerto um retorno bem sucedido. Também tenho presente que os empregos ideais existem na nossa cabeça, na impossibilidade da concretização, que é muito difícil encontrar alternativas no mercado de trabalho e mais difícil ainda desbravar terreno num projecto empreendedor a nível pessoal. Uma coisa é certa: “Nada do que penso vejo como satisfatório e como definitivo”, Agostinho da Silva.


De regresso

Maio 13, 2008

Hoje com uma variante: desvio para jantar em Leiria, onde a Lourinha está esta semana com os avós. Sim, que esta semana estou de novo na versão “home alone” (ontem “hotel alone”). Esta espécie de paragem técnica faz-me sentir mais aconchegada e dá alento para o resto da semana.


Desorientada

Maio 12, 2008

Com tantas idas e voltas. Hoje é dia de ir, amanhã de voltar. E no sábado também fomos degustar uma refeição para o “atribulada” ao Ida & Volta. Estilo de vida?


A dobrar

Maio 8, 2008

Iniciou-se hoje no meu local de trabalho a campanha Pirilampo Mágico 2008, que adquiri (vai ficar no meu gabinete) e cujo stock esgotou antes do dia findar, que bom! Frequentando a Lourinha uma Creche e Jardim de Infância da instituição APPACDM (por acaso o que se vê na fotografia do link), fizémos também reserva de um outro pirilampo, que ainda não está disponível e que servirá para incutir este excelente espírito nela, para além de pode constituir mais uma brincadeira. De referir que a escolinha que a Lourinha frequenta é um dos estabelecimentos rentáveis da APPACDM que permite angariar receitas para o desenvolvimento da actividade desta Instituição de Solidariedade Social. E que também acolhe meninos deficientes desde logo, permitindo que estes se integrem e que os restantes meninos conheçam o mundo real, percebendo e aceitando a diferença.


Sabor

Maio 7, 2008

Os pequenos nadas são tanto mais saborosos quanto mais me desloco em serviço. Numa semana que tem sido uma autêntica roda viva, hoje finalmente tive um dia de trabalho normal, no meu cantinho. E decidi dar a mim própria o direito a sair mais cedo do trabalho para finalmente ter algum tempo com a Lourinha, desfrutando de mais um final de dia soberbo. Gosto de estar disponível para a empresa sempre que necessário, mas gosto mais ainda da vida familiar. Tento sempre encontrar forma de equilíbrio sem nada compremeter.


BI

Maio 6, 2008

A Lourinha foi hoje tirar o dito cujo, foi uma diversão. Achei graça haver pessoas surpreendidas com o facto, questionaram-me o motivo.


Hortelã-pimenta

Maio 4, 2008

As mini-férias pelo Alentejo lá avivaram o uso da dita, que os coentros fazem parte do nosso quotidiano gastronómico. Dá o toque final na sopa de peixe e na canja, estou viciada!


Canja rica

Maio 4, 2008

Canja mista de galinha e pato. Acontece sempre que compro ambos no mercado (e só lá os compro). Uma das refeições favoritas da Lourinha.


Consolidado

Maio 4, 2008

O Dia da Mãe transformou-se nesta casa no dia da favada em família. Excepção feita para o papá da Lourinha que não gosta daquilo que para mim é uma absoluta iguaria. Espero que não se tenha transmitido no DNA, para passar a ter companhia para a degustação.